Há dias que transportamos pela vida fora. 24 de Fevereiro de 2008 é um deles. Já tinha decidido que não voltarias a privar-me do que quer que fosse. O Pavilhão Atlântico estava praticamente cheio. Monsieur Charles Aznavour revelar-se-ia absolument extraordinaire. Ao som de La Bohème, revi dez anos de vida. Aznavour [ou a memória de ti] mexe-me com os batimentos cardíacos. Nada a fazer.

res·sen·ti·men·to


No matter how much you revisit the past, there's nothing new to see. So keep in mind that resentment is like holding your breath. You'll soon start to suffocate. 

Não é que este andar só pela vida me faça confusão. Nunca fez. Não sou mulher de muitos medos mas há dias em que penso como seria ter quem me pegasse na mão. Sem constrangimentos nem embaraços. Assim um espécie de afecto, coisa simples, no meio de uma praça qualquer. Ou um abraço. De um abraço eu ia gostar. Talvez quem sabe um beijo na testa e um sorriso. Sem constrangimentos nem embaraços. Às vezes penso como seria ter quem me pegasse na mão. Assim um espécie de afecto, coisa simples.

Hombres Sagrados.

Life in a container. That moment when you burst out crying alone and you realise that no one truly knows how unhappy you are because you don't want anyone to know.
A mentira requer inteligência. A perpetuação da mesma também. Se é para inventar uma história que esta faça sentido. Que faça sentido no tempo e que o destinatário daquela não tenha uma memória tão filha da puta quanto eu. Apenas isso.