Não é que este andar só pela vida me faça
confusão. Nunca fez. Não sou mulher de muitos medos mas há dias em que penso
como seria ter quem me pegasse na mão. Sem constrangimentos nem embaraços. Assim
um espécie de afecto, coisa simples, no meio de uma praça qualquer. Ou um
abraço. De um abraço eu ia gostar. Talvez quem sabe um beijo na testa e um
sorriso. Sem constrangimentos nem embaraços. Às vezes penso como seria ter quem
me pegasse na mão. Assim um espécie de afecto, coisa simples.